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Jovens Potências

Investimento em jovens talentos: conheça o Clube dos Sonhos e a parceria entre Stone e Alpha Lumen

Nós acreditamos que o investimento em jovens talentos é o que, de fato, transformará o Brasil em uma grande potência. Por isso, ajudamos no estudo e formação de crianças e adolescentes de alto potencial.

 

Já falamos sobre o Instituto Alpha Lumen (IAL) aqui no blog antes (releia o texto aqui), mas hoje falaremos mais a fundo de um dos projetos que a organização tem para tornar o seu ensino diferenciado acessível a jovens de toda e qualquer classe social, e pelo qual a Stone mantém uma forte relação de parceria com a instituição: o Clube dos Sonhos.

 

O início da parceria Stone e Alpha Lumen

Nossa relação com o Instituto surgiu quando a empresa investiu na Pagar.me e um dos sócios então nos apresentou a Nuricel, sua professora-coach e grande idealizadora do Alpha Lumen. (Obs: O projeto da Alpha Lumen é uma construção que vem desde 1995, quando Nuri fundou a ong Escola Aberta. De lá para cá, foram muitas iniciativas que desembocaram no que hoje é o IAL.)

“Na época em que a gente foi lá a primeira vez, a escola não tinha nem 100 alunos [o projeto começou com 18 aprendizes e alcançou 80 em seu segundo ano]. Hoje está com 450. Foi em 2013, se não me engano, e a escola nem era escola, na verdade. Ela ainda estava com o registro da ONG só e no ano seguinte é que ela ia começar a efetivamente a ter o registro para ser escola”, explica Amanda Santanna, uma das diretoras da Stone e envolvidas no firmamento desta relação desde o começo.

 

O Clube dos Sonhos

Uma vez parceiras, as duas instituições fundaram o projeto Clube dos Sonhos: um programa para ajudar alunos do Alpha Lumen que não tem condições para investir na sua educação. Amanda lembra como foi o início:

“Eu lembro que o primeiro programa de bolsistas que a gente fez não tinha esse nome e foi bem depois… Mas o André e o Edu gostavam muito da iniciativa da Nuricel e decidiram ajudar alguns alunos. Foi exatamente no ano em que virou escola e muitos alunos eram da ONG e não tinham condição de pagar… Daí começou o Clube dos Sonhos”

Para Amanda, a missão do clube é a mesma da Stone: “investir em pessoas, em esticar pessoas”. Já o perfil de participantes é o mesmo dos alunos do Alpha, com uma única diferença: não têm recursos financeiros para arcar com os custos totais da instituição ou apenas podem pagar uma parcela muito pequena.

“O diferencial do Clube dos Sonhos não é o perfil de alunos para o Clube dos Sonhos, é o perfil de alunos para o Alpha Lumen. Eles têm um processo super rigoroso para toda a garotada que quer estudar na Alpha, sejam pagantes ou não. Quem aplica o processo seletivo é uma equipe que reúne professores, estudantes veteranos do IAL e seus pais. Eles, junto com a gestão, avaliam os estudantes que querem entrar no Alpha Lumen e suas famílias”, diz Amanda.

Na opinião dela, a diferença do projeto para semelhantes em outras instituições também recai na diferença do próprio perfil do instituto. Muitas vezes, os alunos de um colégio seguem o mesmo padrão: são todos muito bons em exatas, em uma instituição voltada para a parte acadêmica, por exemplo.

A diferença do Alpha Lumen é que ela consegue ir no indivíduo. Eles são um grupo muito forte, um grupo que se ajuda muito, mas cada aluno é completamente diferente do outro. E eles conseguem fazer um trabalho de desenvolver o potencial do indivíduo. Não é uma coisa massificada.”

É por essa razão que Amanda acredita haver tantos alunos interessados em entrar no Instituto, apesar de ainda carecer de diversas coisas no aspecto estrutural. Para ela, até mesmo os alunos de classe social mais alta conseguem ver valor na escola.

 

O investimento em jovens talentos como ponto principal

Tanto o Alpha Lumen quanto a Stone acreditam que só é possível transformar o país e o mercado através de educação e das pessoas. Por isso, ambas as instituições trabalham no desenvolvimento contínuo das pessoas. E se engana quem pensa que eles pegam leve na cobrança. Por acreditarem no potencial das pessoas, querem que elas se doem mais.

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Apesar de o perfil de alunos do IAL ser muito diverso, Amanda acredita que o impacto principal do Clube dos Sonhos para todos é a autoconfiança e autoestima desses jovens.

“Eu acho que eles conseguem acreditar que eles podem fazer qualquer coisa. Dá a possibilidade de entenderem que, independente dos recursos financeiros ou qualquer outro tipo de recurso, os alunos têm a possibilidade de fazer o que têm vontade, além de terem um pouco mais de conforto para poder tomar as suas próprias decisões.”

Além disso, Amanda reforça a existência de outra consequência positiva nos alunos a partir do projeto: a formação de uma corrente. “Tem uma coisa muito boa. Você não vê uma gratidão no sentido de ‘Eu quero devolver o que você me deu quando eu puder’. É ‘Em vez de eu te devolver, eu vou fazer por um outro que não pode.’ Então, você forma essa corrente, esse impacto, em todos eles.”

E você, também acredita na educação como motor principal da transformação social e econômica no país?

 

por Carol Lafuente,
Analista de Atração de Talentos da Stone