E-commerce

O que esperar da Black Friday: conheça as tendências apontadas pelo Google

Programada para o dia 24 de novembro, a data mais importante para o e-commerce brasileiro deve crescer e apresentar um resultado entre 15% a 20% maior se comparado com a última edição. A perspectiva para 2017 é de 2.2 bilhões de faturamento. Os dados são do relatório “Thanks God it’s Black Friday”, organizado pelo Google, e fornece insights sobre o que esperar da Black Friday 2017.

Antes comparada pelo gigante de tecnologia como uma “maratona”, hoje é chamada de “Everest das buscas relacionadas às compras”, isso por conta do alto volume de buscas realizados no período. Apesar de algumas incertezas no cenário político e econômico brasileiro, a jornada rumo à Black Friday já começou e segue em constante crescimento, dando base às projeções otimistas apresentadas pela pesquisa. Confira mais no post de hoje e faça dessa a sua melhor Black Friday!

 

Black Friday já é consenso entre os consumidores

De acordo com o relatório, no qual foram entrevistadas 800 pessoas com idade entre 18 e 54 anos, das classes A, B e C e que já compraram no e-commerce, a participação do consumidor no evento teve um crescimento contínuo no decorrer dos últimos anos. Para se ter uma ideia, 71% já comprou algum produto ou serviço na Black Friday.

Esse ano, a estimativa é de que 370 mil pessoas comprarão online pela primeira vez na Black Friday, 10% do total de novos e-shoppers estimados para 2017 em apenas um único dia. A intenção de compra também está em alta. O número de consumidores que pretendem comprar algo na Black Friday é de 68% ante a 61% do ano anterior.

 

 

Black Friday está cada vez mais plural

Segundo o Google, o ecossistema da Black Friday está mais plural e complexo. Tanto varejistas do mundo digital quanto do físico participam do evento hoje. Em 2012, por exemplo, 100 lojas de e-commerce e 22 mil lojas físicas entraram na jogada. Já em 2016, o número cresceu mais de 10x no digital, com mais de mil e-commerces participantes, além de mais de 43 mil lojas físicas.

Outro ponto apontado pelo Google foi a alta relevância que sites menores ganharam na última edição. De acordo com o levantamento, estes varejistas tiveram um aumento de visitas ainda maior na quinta e sexta se comparados com sites maiores.

 

 

Compras além da sexta-feira

O relatório mostrou que, apesar do nome, a Black Friday não acontece apenas na sexta-feira. Em 2016, cerca de 21% das compras ocorreram em outro dia da semana e com um tíquete médio maior.

Entre segunda a quinta-feira, por exemplo, ocorreram 16% das vendas a um tíquete médio de R$1.498,14. Já aproximadamente 79% das vendas foram realizadas na sexta-feira a um tíquete médio de R$1.139,12. Entre sábado, domingo e segunda, ocorrem 5% das compras, com um tíquete médio de R$1.471,15.

 

O preço importa, mas não é tudo

É de se imaginar que oferecer um preço atrativo na Black Friday é fundamental, porém, a pesquisa mostrou que isso vale para 49% dos entrevistados. Um ponto interessante é observar que a confiança é um fator muito importante na decisão de compra.

Ter confiança na loja é obrigatório para 27%, assim como para 13%, confiança na marca é essencial para fechar negócio. Itens como frete (5%), pagamento parcelado (3%) e tempo de entrega (2%) também entram na lista.

 

 

Black Friday e a tendência omnichannel

Em 2016, as vendas nas lojas físicas cresceram 11% entre sexta-feira e domingo. Quando comparado a uma sexta feira comum, os lojistas venderam 3,5 vezes mais na Black Friday. Outro ponto observado pelo Google é sobre uma tendência de comprar online e retirar o produto na loja física. No ano passado, as buscas por retirada de produtos nas lojas físicas foi duas vezes maior do que no Natal.

 

Quem é o consumidor da Black Friday

Para ajudar você a entender melhor o público da Black Friday e, consequentemente vender mais, o levantamento identificou cinco perfis diferentes de consumidores e qual o comportamento de compra de cada um.

A maioria dos compradores (62%) se enquadra na categoria de engajados com a Black Friday. Eles receberam o nome de empolgados, participativos e apaixonados. Por outro lado, temos os inseguros (22%) e os descrentes (16%). Confira mais sobre o perfil de cada público:

 


Agora que você já sabe o que esperar da Black Friday, que tal conhecer conhecer quais são os principais vilões da Black Friday e como combatê-los?

Desenvolvimento Pessoal

Atendimento ao cliente: ter ele como base da cultura pode levar sua empresa ao sucesso

Como você definiria a qualidade de atendimento ao cliente no Brasil? Alguma vez já foi mal atendido ao tentar o contato com alguma empresa? Infelizmente, você está longe de ser o único. A verdade é que estamos tão acostumados a sofrermos com o mal serviço e atendimento ao cliente em nosso país que acabamos nos acostumando e acreditando que ´é assim que as coisas são´. Não, não é assim que as coisas são. Aqui na Stone, o cliente é nossa missão de vida e nossa razão de existência. Felizmente, não somos os únicos  a pensar e agir assim. Muitas empresas estão redefinindo os padrões de atendimento e construindo seu sucesso com base na experiência e relacionamento com o cliente como a Disney, a Starbucks… e a Zappos.

Leia mais

Desenvolvimento Pessoal

Franqueza no trabalho: 3 formas de praticar no dia a dia

A franqueza no trabalho é a maneira mais fácil, rápida e barata de resolver as coisas. Ser franco consigo mesmo e com os outros leva o time todo a vitória.

Quem nunca falou aquela famosa mentirinha branca para não magoar alguém? Ou quem nunca já atenuou uma verdade que devia ser dita para não parecer “grosso(a)” demais? A verdade é que fomos educados e acostumados desde crianças a não sermos completamente francos com os outros — e nem mesmo com a gente. Mas, aparentemente inofensivas, essas pequenas mentiras ou omissões podem — e com certeza vão — prejudicar muito as relações de trabalho e negócios. Leia mais

Jeito Stone

História, missão e cultura da Stone

A história da Stone começa antes mesmo de a empresa nascer há 5 anos. Ela herda um pouco da história dos nossos sócios-fundadores, que estão nesse negócio de pagamento há muito tempo. Acima de tudo, a história da Stone é uma história sobre como a gente se sacrificou — e ainda se sacrifica — pelo nosso cliente, o empreendedor.

Nascemos com o desejo de sermos protagonistas na transformação da indústria de pagamentos, lutando para evoluir um mercado arcaico e potencializar o nosso cliente, o empreendedor. Quer saber da onde esse desejo surgiu? Então, leia o texto abaixo:

Leia mais

E-commerce

Black Friday: Saiba como acabar com os vilões desta data

A Black Friday, que será no dia 24 de novembro deste ano, é o maior evento de venda para o e-commerce brasileiro. De acordo com uma pesquisa feita pela Google, os consumidores começam a se preocupar 27 dias antes da data comemorativa. Muito antes disso, todo o varejo já está se preparando para o grande dia. Essa atenção toda não é em vão. Segundo a Ebit, em 2016 a Black Friday cresceu 17%, mais que o próprio e-commerce brasileiro, que cresceu 7% no mesmo ano. São mais de 2 bilhões de reais gastos dentro das 24 horas mais preciosas do e-commerce.

Porém, todo esse volume não vem sozinho. Com o crescimento da demanda, aumentam também os imprevistos e o número de reclamações. Mesmo com a crescente cautela do consumidor na hora da compra e uma pesquisa mais abrangente antes de tomar uma decisão – as consultas sobre a reputação de empresas no Reclame AQUI cresceram 26% no último ano – o volume de reclamação durante o evento ainda é grande.

E para ajudar sua empresa a não ser pega de surpresa, achamos os principais vilões da Black Friday que podem pegar seu e-commerce se estiver despreparado:

vilao black friday

Site fora do ar em plena Black Friday?

A tendência é que o tráfego dobre durante todo o dia, e com isso, o volume de acessos pode deixar o site bem mais instável, lento ou até fora do ar. Se um site fica apenas uma hora fora do ar na Black Friday isso pode significar a perda de aproximadamente 5% dos acessos, custando caro para o lojista no final do dia.

 

 

vilao black friday

Lentidão no checkout

Outra reclamação, também consequência da sobrecarga de acessos ao site, é a demora na atualização do e-commerce, ocasionando a indisponibilidade do produto na hora do pagamento e a desistência de compra pelo consumidor.

 

 

vila black friday

A complexidade na finalização da compra

No checkout do e-commerce, a falta de opções de pagamentos e a grande quantidade de informações requeridas são grandes barreiras para a finalização da compra. Isso também contribui para uma péssima experiência de compra, principalmente para clientes fiéis e constantes em seu site.

 

 

vilao black friday

Divergência de valores cobrados

Um problema muito comum durante a Black Friday é a cobrança de valores diferentes dos anunciados. O carrinho entra em desacordo com o preço do produto anunciado, sem fácil contato com o lojista para solução do problema.

 

 

Agora que você já conhece os vilões da Black Friday, não tem desculpa para receber reclamações sobre eles! Nós da Stone, em parceria com outras grandes empresas que buscam ajudar empreendedores brasileiros, nos juntamos para construir o movimento SOS Black Friday com dicas de como você pode se prevenir dos vilões que prejudicam seu e-commerce.

Conheça mais o movimento e veja o material completo que fizemos sobre o cenário da Black Friday: dados de mercado, índices de reclamações, possíveis problemas e as soluções que temos para todos eles.

Junte-se ao movimento e faça A SUA MELHOR BLACK FRIDAY!

 

Carreira e Trabalho

Qual sua paixão? Ela se alinha à paixão do seu lugar de trabalho?

Hoje se fala muito no mercado sobre a importância de se trazer pessoas que sejam “apaixonadas”. Mas o que é isso na prática? Como aliar paixão e trabalho?

Quando as empresas falam em ´paixão´ no trabalho, elas não se referem àquela paixão romântica, irracional, ilógica, e sim à força-motriz do seu trabalho, aquilo que vai te fazer seguir em frente mesmo se deparando com frustrações e desconforto. Aqui na Stone, investimos em buscar pessoas apaixonadas porque acreditamos que, se você efetivamente é apaixonado, você dá toda a sua energia para conquistar o que quer. Leia mais

Áreas Stone

Conheça a área de Comercial Expansão da Stone: levando o propósito, energia e nossa marca pelo Brasil

A área de Comercial Expansão da Stone é a responsável por expandir nossa marca e levar nossa missão e propósito únicos por todo o Brasil: transformar a indústria de meios de pagamento, entregando um melhor serviço e atendimento por todo o país. Para nós, o cliente não tem razão, ele É a razão, é nossa missão de vida. 

A Stone tem diversas áreas, mas nenhuma conversa e contribui tanto para a nossa missão e propósito como a área de Comercial Expansão. É por isso que, no texto de hoje, vamos entender mais da missão, desafios e sonho grande deste time. 

 

Leia mais

Carreira e Trabalho

Como escolher um Programa Trainee com a minha cara?

Quando você escuta falar em cultura organizacional, o que vem na sua cabeça? De forma geral, a cultura é tudo aquilo que faz você se identificar ou se afastar de uma empresa.  Mas como escolher um programa trainee com a minha cara? Nem sempre é fácil identificar uma cultura organizacional ou saber com qual o tipo de cultura você se adapta melhor ou pior. É por isso que a Seja Trainee, em parceria com a Stone, fez uma live sobre o tema para te ajudar a escolher um Programa Trainee com a sua cara!

 

Leia mais

Carreira e Trabalho

Fit cultural em processos seletivos: porque avaliar

Cada vez mais se fala no conceito de fit cultural em processos seletivos, se a pessoa “se encaixa”. Diversos testes e startups surgiram baseados neste conceito, que está se espalhando cada vez mais. Porém, ainda há muitas concepções erradas e também a utilização do conceito para maquiar vieses de avaliadores e justificar a falta de estrutura em alguns processos seletivos.

 

Tipos de fit


Primeiramente, existem vários tipos de fit. Quando escutamos o termo sendo usado por aí, provavelmente estamos ouvindo a respeito do fit pessoa-organização (P-O fit).

P-O fit diz respeito à congruência entre um subconjunto de valores da pessoa (aqueles ligados a carreira e ao ambiente de trabalho) e a cultura organizacional da empresa.

Outro tipo fundamental é o P-J fit (do inglês person-job fit), que diz respeito ao grau de congruência entre as habilidades e a personalidade da pessoa e a função a qual ela vai desempenhar.

Outros dois tipos de fit ainda menos estudados e de difícil definição são o P-S fit (do inglês person-supervisor fitque é o fit entre a pessoa e o supervisor direto, além do P-G fit (do inglês person-group fit) que é o fitentre a pessoa e a equipe da qual ela vai fazer parte. Por que eles são de difícil definição? É difícil comprovar qual a relação correta. Por exemplo, se o supervisor é extrovertido, o subordinado deve ser extrovertido também, ou introvertido? É possível argumentar para os dois lados. Ou não existe relação? Ou depende? Se depende, depende do que? São todas perguntas muito difíceis de responder e serem comprovadas, por isso as relações com resultados organizacionais desses dois tipos ainda não foram encontradas de maneira satisfatória.

 

Fit cultural em processos seletivos: P-O fit e a construção de capital humano


Por quê o fit da pessoa com a organização é importante? O que ele explica? Em termos numéricos, o P-O fit é ligado aos índices de turnover e satisfação. Isto porque, se a pessoa possui valores parecidos com o da organização, ela tende a ter um sentimento de pertencimento maior, e com isso tende a ficar mais e se sentir melhor no trabalho.

E performance? Aderência à cultura não explica performance? Mais ou menos. Sabe-se que a relação entre fit cultural e performance individual no trabalho é fraca. Quando paramos para pensar, a resposta é até óbvia: por que aderência à cultura iria explicar se a pessoa consegue fazer uma boa análise de relatório ou produzir mais unidades por minuto?

Porém, existem algumas complexidades. Cultura é um efeito no nível de grupo, e não individual. Um grupo coeso funciona melhor e produz mais, e para isso ele precisa estar alinhado.

Por isso dizemos que o fit cultural é uma das bases da construção de capital humano. Capital humano é de fato a empresa possuir nas suas pessoas uma identidade maior que simplesmente a soma dos indivíduos, criando assim uma vantagem competitiva difícil de ser copiada. A distinção por capital humano é cada vez mais importante à medida que as empresas dependem mais de pessoas e fornecem mais serviços (no serviço, a experiência de marca é o contato com as pessoas da empresa; se elas estiverem desalinhadas a experiência do cliente estará desalinhada).

Por isso, apesar do fit cultural não explicar tão bem a performance individual, sem dúvida ele possui um grande impacto na performance organizacional.

 

Fit com o trabalho em processos seletivos: P-J fit e a pessoa certa no lugar certo


P-J fit é a descrição de se a pessoa certa está no lugar certo. Ele é a chave para a maximização do potencial das pessoas. Este tipo de fit tem uma ligação mais forte com a performance na tarefa de fato. Apesar de parecer óbvio, a alocação das pessoas de acordo com as suas habilidades e seu potencial ainda é pouco utilizada. Por quê?

Primeiramente, dificilmente essas potencialidades são avaliadas da maneira correta. Nos processos seletivos, o efeito halo toma conta e simplesmente olha-se se a pessoa é “boa” ou “ruim”. Na avaliação de desempenho, é basicamente saber se está desempenhando bem ou não. Isto ocorre porque assume-se que as pessoas já estão bem alocadas.

Implicitamente, a seleção está preocupada com a vaga a ser preenchida naquele processo. É inclusive muito difícil para a pessoa saber se aquela pessoa aplicando para a vaga do financeiro seria ótima na área de logística, apesar desta não ter vagas no momento. É um julgamento muito complexo para o avaliador.

Por isso, as pessoas acabam sendo mal alocadas e o seu potencial não é maximizado, e com isso as empresas deixam performance na mesa. A alocação ideal deveria ser uma função do RH central, não delegável aos gestores, por ser a única com a competência para fazer este mapeamento e com a visão do todo para realizar as sugestões. Este é de fato o caminho para um RH mais estratégico.

 

O que fazer então?

1. A organização deve buscar entender e/ou definir a sua cultura: Para tal exercício, deve-se sempre pensar em trade-offs, ou seja, atributos de cultura que de fato diferenciam são aqueles que são uma escolha. É muito difícil termos, ao mesmo tempo, uma cultura de qualidade e detalhista, rápida e ágil, com foco nas pessoas, nos processos e nos resultados numéricos, e ainda de inovação e de precisão. Simplesmente não tem como. O seu capital humano vai ser diferenciado no que?

2. Selecione por isso: Em termos de valores organizacionais, é necessário um certo grau de homogeneidade sim. Você só vai saber que está bom no momento em que não selecionou uma pessoa que parecia muito boa para você, mas que não estava muito alinhada com a cultura da sua organização. Se isso não acontecer, provavelmente você está disfarçando o seu modelo pessoal sobre o que é ser uma pessoa boa de fit com a cultura (e isso é um problema).

3. Tenha uma inteligência central com o perfil e a habilidade das suas pessoas, e utilize esta inteligência: Se você tiver um banco com o perfil inclusive dos não aprovados em processos seletivos e de todos os seus funcionários, conseguirá sugerir alocações, recuperar pessoas com alto potencial e maximizar a formação e a performance do seu capital humano.

Horas de treinamento não é um bom indicador de capital humano. P-O e P-J fit das suas pessoas e candidatos, sim. Só com essa inteligência conseguiremos gerenciar talentos de fato.

por Thaylan Toth, 

Diretor de Pessoas  da Stone Pagamentos